A GEOPOLÍTICA DA FIFA PARA COMANDAR O FUTEBOL MUNDIAL

A geopolítica da FIFA para comandar o futebol mundial | Análise de Breno e Tom Altman Está acabando a Copa do Mundo, após um mês repleto de jogos emocionantes, com centenas de milhões vidrados pelo maior esporte da Terra. Mas tudo se decide apenas no gramado ou a FIFA tem sua própria geopolítica, favorecendo algumas seleções e regiões em detrimento de outras? Essa questão não diz respeito apenas ao campeonato que se realiza a cada quatro anos, mas à condução dos negócios da bola nas últimas décadas. Por exemplo: o fortalecimento da Europa como grande palco do futebol mundial, com o enfraquecimento da América do Sul, foi um acaso ou um plano? E a nova etapa do desenvolvimento desse esporte nos Estados Unidos? Também vale a pena entendermos se a notória decadência do futebol brasileiro é produto somente de erros e malandragens da cartolagem local. Será que esse declínio não está inserido nesta geopolítica da FIFA, particularmente após os anos 80? E qual a relação da FIFA com as grandes disputas extra-esportivas do planeta? O futebol funciona como arma nos conflitos internacionais ou isso é devaneio de quem vê política em todos os lugares? Por fim, vamos ao debate da hora: a Argentina foi favorecida pela FIFA no Mundial de 2026 ou isso é choro dos perdedores? Além de extraordinário craque, Messi teria se transformado, mesmo à revelia, em um ativo da política representada por Gianni Infantino, o presidente da entidade? Fique por dentro desses debates.

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