CAOS NA AMÉRICA LATINA: ESQUERDA VENCE NO PERU; BOLÍVIA EXCEÇÃO: POR QUE O BRASIL DEVE SE IMPORTAR ?

Esquerda vence no Peru; Bolívia em exceção: por que Brasil deve se importar? | Rodamundo 📢 A segunda-feira, 8 de junho de 2026, amanheceu com a América Latina em estado de alerta máximo, equilibrando-se entre a expectativa de uma guinada à esquerda e o endurecimento de crises internas. No Peru, o país vive horas de tensão com a contagem de votos para a presidência mais acirrada em anos. Dados da apuração rápida e das pesquisas de boca de urna indicam uma virada histórica: o esquerdista Roberto Sánchez, herdeiro político do preso Pedro Castillo, aparece tecnicamente à frente da conservadora Keiko Fujimori, com 50,3% contra 49,7%, revertendo a tendência inicial . Enquanto Sánchez promete uma nova Constituição e ameaça os interesses do mercado mineral, Fujimori pede calma e jura respeito às urnas, mas o fantasma da instabilidade política — que já colocou nove presidentes em uma década — ronda o país, que agora enfrenta semanas de incerteza até a proclamação oficial . Enquanto o Peru prende a respiração, a Bolívia decreta estado de exceção. O presidente Rodrigo Paz Pereira obteve a aprovação do Legislativo para uma lei que regula a medida extrema, após 38 dias de bloqueios e protestos que asfixiaram cidades como La Paz e El Alto, gerando escassez de alimentos e combustível . A lei, que ainda precisa ser promulgada, visa dar respaldo legal às Forças Armadas para agir em meio à “comoção interna”, enquanto o governo acusa Evo Morales de orquestrar a crise para escapar de processos judiciais . De olho nesse cenário de fogo, o Brasil de Lula se vê encurralado pela geopolítica. A tentativa de Trump de interferir na soberania brasileira, recebendo Flávio Bolsonaro na Casa Branca e taxando o país, mostra como a direita sul-americana tenta se reorganizar com apoio externo para 2026 . É um tabuleiro em chamas: a esquerda pode comemorar no Peru, mas a direita se fortalece no poder estrangeiro.

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