COMO O SIONISMO CORRÓI A LIBERDADE

As entidades do lobby sionista no Brasil não escondem o apoio ao sequestro do brasileiro Thiago Ávila pelas forças armadas de Israel, após a interceptação criminosa, em águas internacionais, da flotilha humanitária rumo a Gaza. Mas esse não é um caso isolado. Faz parte de uma ofensiva cada vez mais agressiva para cercear vozes que denunciam os crimes do sionismo. Somam-se a esse episódio, entre outros, a condenação de Zé Maria, do PSTU, por discursos contra o regime israelense; a tentativa de criminalizar o bar Partisan, no Rio de Janeiro, por protestar contra a guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã; e o Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tábata Amaral, que propõe criminalizar o antissionismo. Os sinais são claros. Está em marcha uma operação articulada para intimidar, censurar e silenciar quem se coloca ao lado da causa palestina. Nada disso acontece por acaso. Existe coordenação política, pressão institucional e atuação permanente de organizações alinhadas ao Estado de Israel, lideradas pela Confederação Israelita do Brasil, a CONIB, e respaldadas por setores do Judiciário, do Parlamento e, lamentavelmente, até por integrantes do próprio governo Lula. Não se trata de teoria. Não se trata de exagero. Trata-se de fatos — e eu vou demonstrá-los.

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