Na composição do saldo, nos 12 meses até março, os EUA registram o maior déficit, ao lado da Rússia.
Melhorou o movimento do comércio entre Brasil e Estados Unidos. A participação das exportações aos EUA em relação ao total aumentou de 10,1% para 11,15%, no acumulado de 12 meses até março de 2022 em relação a 12 meses antes.
Houve aumento também da participação das importações dos EUA, que saltaram de 16,59% para 18,44%. O mesmo ocorreu com o fluxo de comércio, que passou de 12,85% para 14,34%.
Mesmo assim, foi o país que mais contribuiu negativamente para o saldo comercial brasileira, no acumulado de 12 meses em relação ao ano passado.
Na composição do saldo, nos 12 meses até março, os EUA registram o maior déficit, ao lado da Rússia.
O fluxo de comércio com os EUA melhorou um pouco, em relação ao saldo da China.
No entanto, as exportações brasileiras aumentaram 47,8% no acumulado de 12 meses, em relação ao período anterior. Foi um aumento de US$ 833 milhões, dos quais US$ 266 milhões deveram-se a ferro e aços básicos e 195 milhões a petróleo bruto.
LUIS NASSIF ” JORNAL GGN” ( BRASIL)