
O sr. Nélson Teich, de seus planos para o Ministério da Saúde tem dito que sua preocupação é coletar “o máximo de informação” sobre a pandemia do Covid-19.
Pois a informação está começando a chegar com os testes – ainda em número abaixo do necessário – entregues esta semana aos Estado e que começam a levar para próximo – e ainda nem tanto – da verdade aquilo que, desde a semana passada se afirma aqui: o número de casos é imensamente maior do que aqueles que divulgam as estatísticas.
Hoje, isso começou a aparecer: 3.257 diagnósticos de infecções e 217 mortes apenas nas últimas 24 horas, dois recordes que levam os casos para e 33.682, com 2.141 óbitos.
Em ambos, os números são maiores, tanto porque que só pacientes internados em hospitais fazem testes e há dezenas de milhares de exames esperando laudos.
Fomos, hoje, o sétimo país do mundo com maior quantidade de novos casos em 24 horas.
Os totais de hoje não correspondem ao que aconteceu ontem, são dados dos exames que ficaram prontos nas últimas 24 horas, não de pessoas que surgiram com os sintomas.
O secretário municipal de Saúde da capital paulista, Edson Aparecido, admite que o número real de casos deve ser o dobro do registrado.
Com os testes, nos próximos dias, vamos saber quantos são, de fato, os doentes e os mortos.
Nunca saberemos, porém, quantos poderia ter deixado de ser casos e óbitos desnecessários se a população tivesse acesso à verdade e orientações responsáveis, que a tirasse das ruas.
FERNANDO BRITO ” BLOG TIJOLAÇO” ( BRASIL)