Com uma carreira de trinta anos, ele personifica a interseção entre justiça, política e inteligência que define o poder na Argentina. O caso dos Cadernos alimenta duas narrativas mutuamente exclusivas em torno de sua figura: câmeras escondidas, alegações de extorsão e amizades questionáveis com figuras como o notório hooligan Di Zeo e o ex-chefe da inteligência Fernando Pocino.

REVISTA SEMANAL DA ARGENTINA DIRIGIDA POR JORGE FONTEVECCHIA