Por que a China está protegendo o Irã? O que isso muda no Oriente Médio? 💥 China e os EUA: quem realmente comanda o novo Oriente Médio? 🧠 Quem é Leonardo Trevisan? Graduado em História (1976), mestre em História Econômica (1984) e doutor em Ciência Política (1993), todos pela Universidade de São Paulo. Obteve títulos de pós-doutorado, na área de Economia do Trabalho, pela University of London (1997) e pela Warwick University (1998), ambos com bolsa da Fapesp. Como Professor Titular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, no Departamento de Economia e na Pós-Graduação em Administração, coordena o Grupo de Pesquisa Gestão de Carreiras e Transformação no Trabalho site: www.pucsp.br/carreiras. É Editor Responsável da Revista de Carreiras e Pessoas, periódico científico integrante do sistema Quallis. É também professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing e jornalista, desde 1976, em diferentes jornais e revistas, com experiência nas áreas de Mercado de Trabalho, Economia e Relações Internacionais. 📌 A entrevista analisa o novo tabuleiro geopolítico global, com foco no papel estratégico da China no Oriente Médio e sua influência silenciosa sobre o Irã e os Acordos de Abraão. Destaca-se a perda de relevância do direito internacional e o colapso do multilateralismo, substituídos por relações de força e interesses comerciais. A crise humanitária em Gaza é tratada como um possível prelúdio para projetos econômicos, com os palestinos sendo progressivamente empurrados para margens territoriais. O Irã, apesar da pressão internacional, nega qualquer proposta de cessar-fogo. Por fim, o avanço da extrema direita no Ocidente e a ausência de pudor das lideranças globais apontam para uma era de instabilidade prolongada, onde prevalece a lógica do “quem pode mais, chora menos”. 📌 TÓPICOS ABORDADOS NO EPISÓDIO: ✔️ Atuação estratégica da China no Oriente Médio – especialmente sua relação com o Irã e os Acordos de Abraão, visando interesses econômicos e geopolíticos. ✔️ Declínio do multilateralismo e do direito internacional – com destaque para o colapso das normas da ordem mundial pós-Segunda Guerra e a ascensão do pragmatismo e da força bruta nas relações internacionais. ✔️ Crise em Gaza – o emparedamento dos palestinos e a possibilidade de exploração econômica futura da região, com projetos como resorts e reconstrução sob interesses privados.
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