ANTES DO PLÁGIO DE GOEBBELS, ALVIM ERA UM SECRETÁRIO DE CULTURA DE VERDADE

Os idiotas da objetividade dirão que a demissão do Secretário de Cultura Roberto Alvim é a comprovação de que Jair Bolsonaro se curva à pressão da opinião pública.

Mais um caso de autoengano. Alvim caiu porque provocou reação da comunidade judaica brasileira, grande aliada de Bolsonaro, que, por uma piração fundamentalista, se tornou ligado em Israel.

O discurso, a postura, os valores, o prêmio anunciado, refletem amplamente a natureza do governo Bolsonaro. E copiam amplamente a natureza do nazifascismo.

Alvim copiou a vestimenta, a música, o corte de cabelo e as frases de Goebbels.

A música de fundo era uma das obras favoritas de Hitler.

https://www.youtube.com/watch?v=lqk4bcnBqls&feature=emb_logo

Antes da revelação do plágio, Bolsonaro havia endossado plenamente a proposta de Alvim, e de sua premiação religiosa.

O problema único foi copiar uma frase de Goebbels, não os conceitos. As explicações dadas ao Estadão comprovam essa identidade.

Estadão@Estadao

Veja íntegra da entrevista exclusiva de Roberto Alvim ao @Estadao horas antes de anúncio de demissão da Secretaria de Cultura; Ele defende declarações em vídeo que cita nazista Joseph Goebbels1.33112:00 – 17 de jan de 2020Informações e privacidade no Twitter Ads936 pessoas estão falando sobre isso

Podem haver explicações psicológicas para o comportamento de Alvim, um diretor de teatro que perdeu a embocadura e era visto vagando pelo Baixo Augusta até ter uma visão  que o transformou, fê-lo encontrar a ultradireita fundamentalista e beber nas águas do nazismo.

O ponto central dessa história é que, ao se transformar nisso, tornou-se bem visto no reino dos Bolsonaro. Alvim é um bolsonarista típico, assim como os inacreditáveis Abraham Weintraub, da Educação, Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, Damares Alves, do Ministério das Mulheres.Leia também:  Relatório destaca aval de Bolsonaro a ação policial e negação à ditadura

Esse é o ponto central do episódio. Tentar minimizá=lo, ou encerrá-lo com a demissão de Alvim, é tapar o sol com a peneira.

LUIS NASSIF ” JORNAL GGN” ( BRASIL)

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